* Farol da Itapuã: O Farol de Itapuã se situa na praia de Itapuã, no subdistrito de Itapuã, a cerca de 23 quilômetros (14 mi) a és-nordeste do farol de Barra. Trata-se de uma torre troncónica em ferro fundido com 21 metros (69 ft), assente sobre uma base de concreto e ligada à praia por uma ponte também de concreto. O farol está pintado com barras horizontais brancas e vermelhas. Emite um relâmpago branco a cada seis segundos, com um alcance de 15 milha náuticas (28 km).

* Pelourinho: Se localiza no Centro Histórico da cidade, o qual possui um conjunto arquitetônico colonial barroco português preservado e integrante do Patrimônio Histórico da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. A palavra Pelourinho se refere a uma coluna de pedra, localizada normalmente ao centro de uma praça, onde criminosos eram expostos e castigados. No Brasil Colônia, era, principalmente, usado para castigar escravos. A história do bairro soteropolitano está, intimamente, ligada à história da própria cidade, fundada em 1549 por Tomé de Sousa, primeiro governador-geral do Brasil, que escolheu o lugar onde se localiza o Pelourinho por sua localização estratégica - no alto, próximo ao porto e com uma barreira natural constituída por uma elevação abrupta do terreno, verdadeira muralha de até noventa metros de altura por quinze quilômetros de extensão, facilitando a defesa da cidade.
Era um bairro eminentemente residencial, onde se concentravam as melhores moradias até o início do século XX. A partir dos anos 1960, o Pelourinho sofreu um forte processo de degradação, com a modernização da cidade e a transferência de atividades econômicas para outras regiões da capital baiana.
Somente a partir dos anos 1980 (com o reconhecimento do casario como patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e dos anos 1990 (com a revitalização da região) é que o Pelourinho transformou-se no que é hoje: um centro de efervescência cultural. Nas últimas décadas, o Pelourinho passou a atrair artistas de todos os gêneros: cinema, música, pintura, tornando-o um importante centro cultural de Salvador.
* Parque Pituaçu: O Parque Metropolitano de Pituaçu, está localizado no bairro de Pituaçu, em Salvador, próximo à orla e à UCSal. Foi criado por decreto estadual em 1973 é a maior reserva ecológica da cidade de Salvador, Bahia, com 425 hectares de área e um cinturão de Mata Atlântica, compondo o parque a lagoa de mesmo nome. Um dos principais pontos da cidade, com remanescentes de Mata Atlântica, é fonte lazer e turismo para a cidade com sua fauna e flora diversificadas, além da beleza da Lagoa de Pituaçu.
Em 2006, foram plantados no entorno da lagoa, exemplares de pau-brasil, aroeira, pau-pombo, jenipapeiro, cajá, mangaba, cedro e ipês roxo e amarelo, visando a repor a área da mata perdida.
Dentro deste, localiza-se a Lagoa do Parque Metropolitano de Pituaçu, a maior da área metropolitana de Salvador. Têm 200 mil metros quadrados foi formado artificialmente em 1906, com a construção de uma barragem para o abastecimento de Salvador. A lagoa passou por um vasto processo de degradação que obrigou a suspensão, em 2002, do uso de suas águas para abastecimento. Hoje, a lagoa é um dos principais espaços públicos de lazer da cidade. Além do lazer propriamente dito, dentro do parque e no seu entorno são praticados esportes de aventura como caminhadas, ecoturismo, bem como, moutain bike na sua ciclovia - que é praticamente um estradão e em suas diversas trilhas internas (single track) que acrescem cerca de 12 km ao circuito oficial.

* Zoo: O Zoológico de Salvador está vinculado à Secretaria do Meio Ambiente do Estado da Bahia – SEMA. Sua área verde é de aproximadamente 250.000 m2, devido à incorporação do remanescente secundário de Mata Atlântica, conhecido como Mata do Zoo. Este cenário de grande beleza natural pode ser visto pelo visitante ao circular pelos 3.000 m de pista de passeio do parque.
O Zoo é uma opção de lazer e refúgio ecológico no centro de Salvador, reservado para atividades preservacionistas e educacionais com foco especial às espécies ameaçadas de extinção e pertencentes a fauna brasileira. De um total de 152 espécies que atualmente habitam o parque, 141 pertencem à fauna brasileira e 11 à fauna exótica silvestre.
Atividades de preservação e reprodução das diferentes espécies animais são realizadas no Zoo, além de ações de conservação e enriquecimento do fragmento de Mata Atlântica, de paisagismo, de ambientação de recintos e, em especial, de educação ambiental.
O Zoológico de Salvador é hoje um centro de referência e base de apoio a pesquisas de fauna e flora. Entre as suas principais atrações estão os 1.225 animais, distribuídos em 86 espécies de aves, 38 espécies de mamíferos e 28 espécies de répteis.
* Solar de Unhão / MAM: Loacaliza-se em Salvador, no estado da Bahia. Constitui-se em um expressivo conjunto arquitetônico, integrado pelo Solar, pela Capela de Nossa Senhora da Conceição, um cais privativo, aqueduto, chafariz, senzala e um alambique com tanques. O conjunto atualmente sedia o Museu de Arte Moderna da Bahia. -> O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) está localizado no Solar do Unhão, um sítio histórico do século XVI, às margens da Baía de Todos os Santos em Salvador. Fundado no início da década de 1960, inicialmente o MAM localizava-se no Teatro Castro Alves, tendo mudado para o endereço atual no ano de 1966. O MAM é um dos 12 museus estaduais que são vinculados ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), uma autarquia da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
Em termos de estrutura, o MAM possui um espaço técnico com serviços de conservação, restauro e museologia; oito salas de exposição; um teatro; uma biblioteca; e uma oficina de arte que oferece cursos abertos de pintura, modelagem, gravura, cerâmica, desenho, papel artesanal e escultura à toda comunidade. Nas suas dependências podem ser encontradas pinturas, esculturas, fotografias e desenhos de artistas como Tarsila do Amaral, Portinari, Flávio de Carvalho, Di Cavalcanti, Rubem Valentim, Pancetti, Carybé, Mário Cravo e Sante Scaldaferri.
* Ribeira: A Ribeira é um antigo bairro das famílias de classe alta baianas e atual bairro da boemia, localizado na Cidade Baixa, em Salvador. A Ribeira é bastante conhecida por causa da famosa Sorveteria da Ribeira, além do lindo pôr-do-sol e seus barzinhos. É na Ribeira, especificamente na Enseada dos Tainheiros, que ocorrem há muitos anos as disputas de remo, entre as antigas equipes do Itapagipe, Vitória, São Salvador e Santa Cruz. Era ali naquele mesmo ponto que existia um hidroporto, em que antes da existência do aeroporto, desciam os aviões com políticos e artistas famosos em Salvador.
* Ponta de Humaitá: Um dos pontos turísticos tradicionais de Salvador. Localizada na Península de Itapagipe, na Cidade Baixa, tem como símbolos a Igreja e o Mosteiro de Monte Serrat – obras do Arquiteto italiano Baccio de Filicaya, no século XVI, restaurados pelo governo do estado em 2001 e abertas para a visitação -, e o farol de mesmo nome. Quando o sol começa a dar sinais de que vai embora, começam os preparativos para a abertura do bar Clube de Iates de Itapagipe, que funciona numa casa antiga que ostenta orgulhosamente sua data de construção, 1619.
Aspecto muito comentado por todos é o misticismo que envolve o lugar. “Esse é um lugar muito bonito, que infelizmente muitas pessoas não conhecem e que tem uma energia muito boa. Aqui temos uma outra perspectiva da Baía de Todos os Santos que eu adoro. Sempre que posso venho aqui”, diz Clara Dias, estudante de Nutrição de 20 anos e moradora do bairro da Pituba.A Ponta do Humaitá tem uma tradição religiosa, mas não somente pelo culto católico com sua Igreja, mas também em razão de cultos sincréticos que envolvem as religiões de origem africana, dos antigos escravos. A senhora Maria Inah de Almeida, 83 anos lembra de que na sua juventude o Humaitá era local onde se faziam oferendas a Oxalá e a Oxum para “abrir os caminhos” e fala de uma mítica “Loca da Sereia”, que seria uma pedra onde as oferendas eram preferencialmente feitas. Hoje ainda é possível notar em um passeio rápido, vestígios de que essas oferendas continuam sendo feitas, mantendo vivas as crenças no misticismo do lugar.
Alunas: Daniele Pinto, Greice Quele, Isabele Bernardo, Marcela Soares, Rafaela Oliveira e Rafaela Barros